quarta-feira, 8 de abril de 2015

Etiqueta na Escola

Existem algumas regras gerais que os estudantes devem seguir para se comportarem da melhor maneira na sala de aula. Isso é importante para desenvolver hábitos de estudo eficientes e não atrapalhar o aprendizado, uma vez que o comportamento pode ser um fator importante na hora de calcular a nota do aluno.
Para evitar isso, confira algumas regras de etiqueta que os estudantes devem seguir:


Conservar a sala limpa!


Sentar sempre nas fileiras e levantar as cadeiras após o término das aulas, para o pessoal da limpeza ter tempo de limpar todas as salas.

Respeitar os colegas: O respeito é importante em qualquer situação, e na sala de aula não é diferente. Você deve sempre ser gentil com os seus colegas de sala e evitar comentários ofensivos.

Ser educado: É falta de educação conversar enquanto o professor está ministrando a aula, assim como não é bom utilizar uma linguagem inapropriada na escola. Seja sempre educado!

Ser organizado: Um ambiente de estudos desorganizado é uma forma de distração. Mantenha a sua mesa organizada e livre de papeis desnecessários.

Estar preparado: É importante se manter preparado quanto ao conteúdo que será tratado na aula. Se você não sabe sobre o que será a próxima lição, pergunte ao seu professor e pesquise antes. Dessa forma, você chegará à aula preparado com as suas dúvidas.

Não se atrasar: Estudantes que chegam após o início da aula podem atrapalhar os colegas de classe, além de interromper a continuidade do discurso do professor. Programe-se para sair de casa em um horário que não causará atrasos.

Não desperdiçar alimentos: Ao estarem em grupo, alguns adolescentes costumam lançar pedaços de alimento nos outros, como forma de fazer graça e chamar a atenção do grupo. Brincar com a comida não é uma atitude correta, nem tampouco bonita.

Cuidado com gírias e palavrões: Falar gírias e palavrões é uma forma grotesca de se comunicar, a qual é aceita apenas pelo pequeno grupo em que se está inserido. Existem algumas regras de expressão, como os pronomes de tratamento, que devem ser respeitados e utilizados como forma de demonstração de respeito à pessoa e a sua ocupação profissional.

Emprestar objetos: É uma atitude que muitos não gostam. Crianças pequenas têm essa dificuldade, mas através do diálogo podem crescer e entender que essa é uma atitude para quem quer conviver em grupo. O importante é perceber que o mundo não gira em torno dela mesma e que compartilhar nos torna generosos e é uma atitude que os amigos gostam.

Esperar para falar: Algumas pessoas não conseguem ouvir sem interromper, ou seja, falam por cima das falas dos outros, manifestando ser impulsiva e deselegante. Aprenda a controlar sua fala, suas ideias, pois é uma atitude de respeito e delicadeza com a pessoa que está conversando com você.

Xingamentos: Xingar também não é uma forma de expressão adequada, mas mesmo assim, algumas pessoas consideram válidos. Cuidado com esse hábito, pois pode prejudicar suas relações de amizade bem como de trabalho.

Levantar a mão: Quando um aluno tiver uma pergunta, é apropriado que ele ou ela sinalize isso para o professor levantando a mão. O aluno deve manter sua mão levantada até ser visto pelo professor e não deve começar a falar antes que o professor se dirija a ele. É considerado rude que outro aluno comece a falar antes que o aluno que foi atendido tenha terminado sua pergunta. Em alguns casos, membros do corpo docente também devem seguir essas regras em reuniões de modo a manter a conversa organizada e dar a todos uma oportunidade de falar.

Ter humildade: Os alunos devem aprender o mais cedo possível a serem agradáveis e cuidadosos ao interagir uns com os outros. Quando um aluno for excepcionalmente bem em uma determinada atividade atlética ou matéria acadêmica, não é educado se gabar por sua conquista para os outros alunos. Considerando-se que os estudantes trabalham muito próximos uns dos outros durante o período escolar, alardear as próprias habilidades pode causar sentimentos de inadequação e desdém entre os alunos, o que pode levar à prática do bullying.

Cuidado com as carteiras: Nunca sentar, nunca colocar os pés, não rabiscar e não colar chiclete em baixo das carteiras.

Não usar o celular em sala de aula.

Fonte: www.brasilescola.com
Fonte: www.ehow.com.br
Fonte: noticias.universia.com.br

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Relações Desarmônicas

Relações desarmônicas intra-específicas
São relações entre organismos de mesma espécie que resultam em prejuízo para pelo menos um deles.
1. Competição intra-específica
É a disputa pelos mesmos recursos ambientais, como alimento, espaço ou parceiro sexual. É um importante fator evolutivo. Por exemplo: o macho mais forte poderá deixar descendentes mais adaptados. Ocorre quando os recursos do ambiente, igualmente explorados pelos indivíduos da mesma espécie, não são suficientes para todos. Exemplo: cervos brigando pela fêmea.

2. Canibalismo
É quando um animal mata e come o outro da mesma espécie. Não é regra geral, pois ocorre devido à falta de recursos ou competição muito acirrada. Por exemplo, peixes predadores que comem os filhotes devido à falta de presas, leões mais jovens que comem os filhotes de outros leões mais velhos, louva-a-deus fêmea pratica canibalismo sexual.

Relações desarmônicas interespecíficas
São relações entre organismos de espécies diferentes que resultam em prejuízo para pelo menos um deles.
1. Competição interespecífica
Disputa pelos mesmos recursos devido à ocupação de nichos ecológicos similares. 
Por exemplo: cobras, gaviões e corujas que vivem na mesma região e se alimentam de roedores. Quando os nichos são muito semelhantes a competição é mais severa, sendo então frequente a eliminação de uma das populações do local.

2. Predatismo
Um animal (predador) ataca e devora o outro (presa). Numa população em equilíbrio, os predadores são sempre menos numerosos que as presas. Por exemplo: sapo e inseto, onça e veado, tamanduá e formiga.

3. Parasitismo
Um organismo parasita retira substâncias nutritivas do hospedeiro. De um modo geral, o parasita não chega a matar o hospedeiro. No entanto, isso pode acontecer. Por exemplo: vírus, lombriga e homem, pulga e gato, erva-de-passarinho e planta hospedeira.

4. Amensalismo ou antibiose
Produção de substâncias nocivas que inibem o desenvolvimento de outro organismo. Por exemplo, o eucalipto libera, de suas raízes, substâncias que impedem a germinação de sementes de outras espécies ao seu redor; o fungo (Penicillium sp) fabrica o antibiótico penicilina que mata bactérias; algas dinoflageladas marinhas (Gonyaulax sp) eliminam toxinas na água, causando as marés vermelhas. Esse fenômeno mata diversos peixes e outros vertebrados marinhos.

Fonte: ADOLFO & CROZETA & LAGO. Biologia, Ensino Médio, Volume Único. São Paulo: Editora IBEP, 2005.
Fonte: MOISÉS, Hélvio N. & SANTOS, Thais H. F. Cursos Práticos Nova Cultural – Vestibular. Biologia. 

domingo, 5 de abril de 2015

Clonagem


A clonagem é um processo de reprodução assexuada onde se tem a produção de indivíduos geneticamente iguais a partir de uma célula-mãe.
Clonar um DNA significa produzir inúmeras cópias idênticas de um mesmo trecho da molécula de DNA.

Histórico

A engenharia genética é a área da biologia responsável pela manipulação das moléculas de DNA.
Em 1903 o botânico Herbert J. Webber criou o termo clonagem.


Mas foi no ano de 1971 que o biólogo norte-americano Paul Berg, da Universidade de Stanford, Califórnia, obteve a primeira molécula de DNA recombinada, resultado da inserção do DNA de um vírus oncogênico, produtor de tumores em macacos, no DNA de um bacteriófago, vírus que ataca bactérias. Tais estudos levaram o biólogo a ganhar, em 1980, o Prêmio Nobel.

A partir daí a engenharia genética se tornou uma promissora, mas também polêmica ciência, pois a partir de técnicas, o ser humano seria capaz de "criar" novas formas de vida e utilizar organismos para obter produtos de seu interesse.


Mas ela ficou mundialmente conhecida com a clonagem da ovelha Dolly, que nasceu dia 5 de julho de 1996, feita pelo cientista escocês Ian Wilmut. Esse projeto gerou inúmeras reações contrárias e favoráveis à sua realização, e inúmeros países, inclusive o Brasil, estabeleceram medidas jurídicas para impedir que esse processo fosse utilizado em humanos.
Em 2001, um médico italiano chamado Severino Antinori, teve a intenção de clonar um ser humano, o que causou grande agito na sociedade científica. Outros cientistas até anunciaram que haviam clonado um ser humano, porém esses fatos nunca foram provados.

Clonagem reprodutiva

A clonagem reprodutiva se refere à produção de seres vivos geneticamente idênticos, ou seja, produção de cópias idênticas de seres vivos, sejam eles animais, vegetais ou humanos. Neste processo, normalmente o núcleo de uma célula reprodutiva é retirado e esta recebe uma célula somática, que irá se fundir e se dividir, comportando-se como um embrião normal. Este embrião é implantado em uma mãe de aluguel. O organismo formado é geneticamente idêntico ao organismo doador da célula somática. Assim que a ovelha Dolly foi clonada. A célula somática utilizada é de uma glândula mamária.

Clonagem terapêutica

O objetivo desta técnica é produzir células-tronco para o tratamento de doenças e produção de órgãos para transplante. Esta técnica é a esperança de muitas pessoas portadoras de doenças como diabetes, Parkinson e Alzheimer. Esta técnica esbarra em muitos preconceitos e parâmetros éticos. O processo de produção de uma célula é muito parecido com a clonagem reprodutiva, porem a célula não é implantada no útero. As células-tronco embrionárias podem se diferenciar em todos os tipos de tecidos e são chamadas de multifuncionais, já as adultas não possuem esta capacidade, cada uma dá origem ao mesmo órgão.

Benefícios da clonagem

Os cientistas têm muitas esperanças com relação à clonagem na cura de doenças, porem esbarram em parâmetros éticos. Mas acreditam que no futuro a clonagem possa produzir células de órgãos ou até órgãos inteiros, salvando a vida de muitas pessoas e diminuindo a fila dos transplantes. Que também possa utilizar células do próprio organismo no lugar de implantes mamários, clonando as células de gordura, por exemplo.


A clonagem de seres humanos poderá solucionar os casos de infertilidade e até evitar que crianças nasçam com defeitos genéticos. Espécies de animais com risco de extinção podem ser clonados.


Vários vírus, bacteriófagos, bactérias como a Escherichia coli e levedos como o Saccharomyces cerevisiae receberam genes de outras espécies e se tornaram organismos geneticamente modificados (OGMs), também chamados de transgênicos. Esses organismos transgênicos expressam genes de outra espécie, apresentando características que não possuíam antes.


A Escherichia coli, por exemplo, começou, a partir de técnicas de engenharia genética, a ser utilizada na produção de hormônio do crescimento e de insulina em escala industrial. Antes dessa descoberta, o hormônio do crescimento era retirado da hipófise de cadáveres, e a insulina utilizada por diabéticos era retirada do pâncreas de bois e de porcos. Apesar de a insulina desses animais ser muito semelhante à de humanos, ela pode provocar reações alérgicas em algumas pessoas que a utilizam. Por outro lado, a insulina sintetizada pelas bactérias é idêntica à do pâncreas humano, não causando reações alérgicas e devendo substituir definitivamente a insulina animal.


A cada dia aumenta o número de organismos geneticamente modificados que são criados em laboratórios de todo o mundo. Esses organismos variam desde microrganismos de interesse ecológico, médico, industrial e agrícola, até plantas que são importantes para o consumo humano, os famosos transgênicos, como milho, soja, tomate, batata, abóbora e arroz.

Riscos da clonagem humana

Muitos médicos "espertinhos" podem querer lucrar muito com esta técnica, clonando seres humanos, cobrando muito dinheiro por isso. Como ocorreu na ovelha Dolly, os clones podem ter envelhecimento precoce, uma vez que são originados de uma célula adulta.


A individualidade do organismo passa a ser invadida, pois ele será ou terá uma cópia andando por aí.

Muitas pessoas clonadas podem ser alvos de preconceito.

Aspectos éticos

Todos nós sabemos que a clonagem pode acabar se tornando um grande comércio no futuro e acabar fugindo do controle. O custo desta técnica é e será cada vez mais caro e poucas pessoas terão acesso a ela.

"A ciência precisa seguir em frente no seu objetivo de antecipar-se ao futuro, com prudência e controle democrático sobre suas aplicações práticas". (revista Scientific American, Ano 2, nº 14).


Segundo a reportagem "Prós e contras da clonagem humana", ela pode sim ser realizada, porem necessita de limites e um equilíbrio, respeitando os valores morais e éticos. Uma legislação deve ser construída democraticamente com a participação de todos garantindo uma tecnologia segura a serviço da humanidade, que respeite os valores humanos e ao mesmo tempo possa desenvolver novas tecnologias.

Fonte: www.infoescola.com/biologia/clonagem/
Fonte: www.brasilescola.com/biologia/clonagem.htm

segunda-feira, 30 de março de 2015

Organização do Trabalho

Capa: Contém o título do trabalho, que deverá dar uma idéia geral do que vai ser exposto.

Folha de rosto: É a parte em que aparece o nome completo da escola, o nome do aluno, seu número na chamada, a série, o número da turma, a disciplina, o nome do professor, a data de entrega do trabalho e novamente o título. Não é numerada, mas conta para a numeração das demais folhas.

Sumário: Apresenta as partes componentes do trabalho – introdução, desenvolvimento e conclusão – com seus tópicos e subtópicos, bibliografia, anexos e respectiva página de abertura de cada item. A folha não é numerada, mas é considerada para a numeração das demais.

Introdução: Apresenta de forma sintética o conteúdo do trabalho, os aspectos do assunto que serão abordados, bem como o objetivo do trabalho.

Desenvolvimento: Neste item o aluno mostra o produto do seu trabalho, o que conseguiu obter sobre cada tópico-guia, além de outros dados como curiosidades e trechos de entrevistas. Envolve um trabalho de elaboração de texto e não simplesmente cópia das notas conseguidas nas diferentes consultas bibliográficas.
O texto – que não deve ser uma colcha de retalhos – deve ser claro, coerente com os tópicos-guia, apresentar suas partes concatenadas umas às outras, estar enquadrado na folha, ter as ilustrações pertinentes com o texto e bem localizadas.

Conclusão: É o desfecho do trabalho. Deve apresentar o seu pensamento sobre o assunto pesquisado. É o momento em que o aluno toma posição diante do que descobriu, estudando o tema proposto. É de elaboração pessoal do aluno. Manifesta a compreensão ou a interpretação do aluno relativamente ao tema.
O fato de ter gostado ou não do trabalho não caracteriza uma conclusão.

Bibliografia: Contém a relação de livros efetivamente utilizados pelo aluno, a partir da bibliografia preliminar oferecida pelo professor. Nada impede que o aluno acrescente outros títulos de sua livre escolha e que foram adicionados à listagem original.
A apresentação da bibliografia deve atender a normas técnicas vigentes. Para cada caso, deve conter o nome do autor, começando pelo último sobrenome; nome do livro – em destaque; local de edição; nome da editora; ano de edição.

Se o aluno consultar revistas, deverá indicar o nome do autor da matéria, o nome da matéria, o nome da revista – em destaque, local de edição, nome da editora, ano de edição.
Se for usado dicionário, enciclopédia ou similar, deve ser colocado o nome da obra em letra maiúscula, volume e páginas consultadas.
Exemplos:
DUBOIS, René. Namorando a Terra. São Paulo: Melhoramentos, 1981.
MAYHÉ-NUNES, Ellen R.  Sugestão de atividades de Educação Ambiental em  sala de aula. Boletim Técnico PROCIRS, Porto Alegre, v.2, n.7, p.13-14, jul./set./1986.
STEFANI, Adria; SILVA, Luiz A. P. do.  Taxonomia Zoológica. Revista do Professor, Porto Alegre, v.6, n.23, p.24-29, jul./set./1990.

Anexos: São elementos acessórios que aparecem, geralmente, ao final do trabalho, como mapas, gráficos, desenhos, reportagens, entrevistas utilizados para enriquecer o texto.
Devem ter finalidade funcional e valor complementar. São designados por Anexos, sendo numerados sempre que forem mais de um.

Fonte: SILVA, Cleonice de Carvalho. Trabalho escolar – Como orientar a consulta bibliográfica e avaliar seu produto. Revista do Professor, Porto Alegre, v.12, n.48, p.19-22, out./dez. 1996.

sexta-feira, 27 de março de 2015

Reino Protista

É constituído pelas algas unicelulares e pluricelulares e pelos protozoários.

São eucariontes (possuem um núcleo delimitado pela membrana nuclear).

Algas
São as maiores responsáveis pela renovação do oxigênio da atmosfera. São organismos autótrofos que se desenvolvem no solo, sobre troncos e na água doce. A grande maioria habita os oceanos (algas marinhas).

Classificação das algas:

1. Euglenófitas: são unicelulares que vivem na água doce. Pertencem ao gênero Euglena.

2. Crisófitas ou algas douradas: representada pelas diatomáceas. São unicelulares, podendo formar colônias e são encontradas principalmente nos oceanos. 
A célula de uma diatomácea possui uma carapaça externa constituída por compostos de sílica. Existem depósitos dessas carapaças no fundo dos oceanos que são explorados comercialmente e utilizados na fabricação de tijolos, abrasivos, produtos de polimento, cosméticos.

3. Pirrófitas: são algas unicelulares. Algumas pirrófitas, podem se reproduzir acentuadamente, causando a maré vermelha. Nesse fenômeno, as algas se acumulam em grande quantidade (floração), produzindo uma mancha avermelhada na água. 

Em seguida, liberam uma potente neurotoxina que provoca a morte de centenas de animais marinhos, como os peixes e outros vertebrados. 

O gênero denominado Noctiluca, é bioluminescente, ou seja, converte a energia química em energia luminosa.

4. Clorófitas ou algas verdes: são algas unicelulares e pluricelulares que podem ser encontradas praticamente em todos os ambientes úmidos. Na evolução do reino vegetal, as algas verdes provavelmente deram origem às primeiras plantas.

5. Feófitas: são algas pardas pluricelulares, predominantemente marinhas, muito evoluídas. De sua membrana celulósica é retirado o ácido algínico, usado na indústria de alimentos e por dentistas. Formam o “mar dos sargaços”, nas Antilhas, podendo ser comestíveis e sendo usadas como adubo.

6. Rodófitas ou algas vermelhas: possuem talos maciços e ramificados. 

Dessas algas se extrai o agar-agar, material gelatinoso que pode ser usado em vários alimentos, como balas, doces e iogurtes e em laboratório, como meio de cultura para microorganismos. Vivem fixas no fundo dos oceanos (bentônicas).

Observação: As algas podem ser microscópicas e simples, como as unicelulares, até macroscópicas e complexas, como as feófitas ou pardas marinhas que podem atingir diversos metros. Já a variação entre as suas cores se deve aos diferentes tipos de pigmentos que possuem em suas células.

Protozoários
O termo tem origem grega e significa primeiro animal. São unicelulares, eucariontes, heterótrofos e podem ser encontrados em rios, oceanos e ambientes terrestres úmidos. Alguns deles têm vida livre e outros são parasitas.

Classificação dos protozoários:
1. Rhizopoda (Sarcodina): se movimentam por meio da emissão de pseudópodes. As amebas também usam seus pseudópodes para a nutrição (fagocitose). Habitam os ambientes marinhos e dulcícolas (água doce).

2. Flagelata (Mastigophora): utilizam um ou mais flagelos para a locomoção. São a Giardia lamblia, Leishmania braziliensis, Trichomonas vaginalis, Trypanosoma cruzi.

3. Ciliata (Ciliophora): utilizam os cílios para a locomoção e captura de alimentos. Vivem na água doce ou salgada. Existem espécies que nadam livremente, outras são fixas e algumas são coloniais. 

O Balantidium coli parasita o intestino humano.

4. Sporozoa (Apicomplexa): não possuem organelas locomototas. Os mais nocivos para a espécie humana pertencem ao gênero Plasmodium, causadores da malária.

Fonte: ADOLFO & CROZETA & LAGO. Biologia, Ensino Médio, Volume Único. São Paulo: Editora IBEP, 2005.