domingo, 22 de março de 2020

Alimentos que fortalecem a imunidade contra o Coronavírus

A alimentação não evita o contágio, mas um sistema imunológico reforçado pode ter mais armas para combater a doença. Atletas precisam redobrar os cuidados.
Em época de coronavírus, é importante ter atenção com a proteção do sistema imunológico. 

É fundamental manter boa hidratação, ingestão de alimentos com propriedades antioxidantes (vitamina C, vitamina E, selênio, zinco, vitamina A, licopeno, resveratrol...) e anti-inflamatórias, ômega 3 e probióticos. É claro que alimentação não evita o contágio com a doença. 

Mas um sistema imunológico fortalecido pode ter mais armas para combatê-la, e por isso vamos listar alguns alimentos que podem ajudar nesse reforço. E atletas profissionais ou amadores que seguem em treinamento, mesmo que seja em casa, precisam do cuidado nutricional para reduzir os efeitos negativos que o exercício em alta intensidade ou de longa duração podem causar ao sistema imunológico. Isso inclui redobrar a atenção com a ingestão energética, com maior consumo de alimentos antioxidantes e anti-inflamatórios.

Hidratação: a defesa do organismo contra microrganismos que entram através do trato gastrintestinal e respiratório é realizada por anticorpos, principalmente pelas Imunoglobulinas tipo A (IgA), que estão presentes principalmente na saliva. A redução do fluxo salivar pode diminuir a quantidade de IgA. Beba de 35 a 40 ml água/kg peso diariamente. Durante a prática esportiva, de 400 a 800 ml água/ hora. 

Probióticos: Bifidobacterium e Lactobacillos, microrganismos vivos, são “bactérias do bem”, que administradas em quantidades adequadas acarretam benefícios à saúde. Estimulam a multiplicação de bactérias benéficas. Podem estar na fórmula de cápsulas, sachês e adicionadas em alimentos como alguns iogurtes. 

Alimentação Colorida e Variada e diversidade alimentar promovem maior ingestão de vitaminas, minerais, ômega 3 e fitoquímicos:  

Vegetais verde escuros (espinafre, bertalha, brócolis, agrião, couve...): fontes de fibras, betacaroteno, ferro, ácido fólico.

Frutas e legumes avermelhados (morango, tomate, cereja, berrys, goiaba): excelentes fontes de vitamina C, licopeno, antocianinas e ácido elágico, têm propriedades antioxidantes, cardioprotetoras e estimulantes do sistema imunológico.

Frutas e legumes alaranjados (mamão, cenoura, damasco): ricos em pigmento carotenoide, vitamina A e vitamina C. Atuam na manutenção dos tecidos, pele e cabelos, aumentam a imunidade e a defesa antioxidante e melhoram a acuidade visual e a visão noturna. 

Alimentos arroxeados (uva roxa, ameixa, mirtilo, jabuticaba): fontes de antocianina e resveratrol. Possuem propriedades anti-inflamatórias, antioxidantes, antifúngicas e cardioprotetoras.

Castanha do Pará e nozes: fontes de selênio, vitamina E, ômega 3.

Iogurtes naturais: fontes de vitamina A e enriquecidos com probióticos.

Linhaça: fonte de ômega 3, isoflavonas e fibras. 

Alho: fonte do fitoquímico alicina. Possui ação antifúngica, anti-inflamatória, antioxidante e hipotensora. 

Mel: anti-inflamatório, melhora a imunologia, expectorante, fonte de energia e prebióticos que favorecem o funcionamento intestinal e estimulam proliferação de bactérias benéficas intestinais. 

Gengibre: fonte de vitamina C e B6 (piridoxina), possui propriedade anti-inflamatória e antioxidante.

Fonte:

terça-feira, 10 de março de 2020

Coronavírus

O que é o Coronavírus
A doença provocada pelo novo Coronavírus é denominada oficialmente como COVID-19, sigla em inglês para “coronavirus disease 2019” (doença por coronavírus 2019, na tradução). 
• Vírus que causa doença respiratória pelo agente coronavírus, com casos recentes registrados na China e em outros países. 

• Quadro pode variar de leve a moderado, semelhante a uma gripe. Alguns casos podem ser mais graves, por exemplo, em pessoas que já possuem outras doenças. Nessas situações, pode ocorrer síndrome respiratória aguda grave e complicações. Em casos extremos, pode levar a óbito. 

Como ocorre a transmissão
Espirro; tosse; catarro; gotículas de saliva; contato próximo (como toque ou aperto de mão) com pessoa infectada (caso suspeito ou confirmado); contato com objetos ou superfícies contaminadas (seguido de contato com boca, nariz ou olhos).

Sintomas:
Febre, tosse, dificuldade para respirar.
Além disso, outros sintomas como cansaço, dores, corrimento e congestão nasal, dor de garganta e diarreia podem ocorrer. 

Previna-se!
Cuidados, diante de casos suspeitos, são semelhantes aos adotados para evitar gripe:  
• Evite ficar em contato próximo a pessoas com febre e tosse.  
• Procure um serviço médico se apresentar sintomas como febre, tosse e dificuldade de respirar.

Lave as mãos
Lave as mãos frequentemente com água e sabão e use antisséptico de mãos à base de álcool gel 70%, principalmente: 
• Após tossir ou espirrar. 
• Depois de cuidar de pessoas doentes. 
• Após ir ao banheiro. 
• Antes e depois de comer. 

Ao tossir e espirrar:
• Cubra a boca e o nariz. Use os braços ou lenço descartável. Evite usar as mãos. E se usar, lembre de lavar bem com água e sabão. 
• Se usar um lenço, jogue-o fora imediatamente e lave as mãos. 
• Use, preferencialmente, lenços descartáveis. 

Máscaras:
No momento, não há recomendação para uso de máscaras para a população no geral. Quem estiver saudável não precisa se preocupar com isso. Mas todos devem sempre fazer a higienização das mãos com água e sabão ou álcool gel, e evitar contato com mucosas de nariz, boca e olhos. São cuidados simples, importantes e que devem ser frequentes para prevenir doenças contagiosas. 

Fique atento 
Quem esteve em países com casos confirmados da doença e apresentar sintomas suspeitos deve: 
• Evitar o contato com outras pessoas. 
• Procurar um serviço médico imediatamente. 
• Seguir os cuidados recomendados. 

Casos suspeitos
Quem apresentar os sintomas deve procurar qualquer serviço de saúde. 
• Para casos graves, a rede estadual de saúde preparou hospitais de referência na capital, interior e litoral. 

Notificação: 
A notificação deve ser feita pelo serviço de saúde que atender o paciente em até 24 horas. A comunicação é feita pelas prefeituras ao Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde. 

Mais informações em: 
www.saopaulo.sp.gov.br/coronavirus

Fonte:

sábado, 28 de dezembro de 2019