quarta-feira, 17 de junho de 2015

Como fazer um cartaz

O cartaz é um meio de comunicação muito poderoso na nossa sociedade que serve para divulgar uma mensagem.

O cartaz informativo e didático tem como função comunicar mensagens para ensinar algo.

Elaboração de um cartaz:
Local de afixação: onde vai ser colocado e quais as dimensões do cartaz. 

Formato: Normalmente é retangular.

Tema: É o assunto que será tratado. Cada cartaz deverá ter um único tema. Um cartaz com vários temas torna-se confuso e de difícil leitura.

O texto: A mensagem deverá ser curta, sugestiva, clara, compreendida por todos e de fácil memorização, um verdadeiro “slogan”. A cor das letras do título devem ser grossas, pintadas a cheio e de preferência da mesma cor. As letras do título devem ser sempre maiores do que o texto ou as legendas. 
O texto pode ser colocado em cima, embaixo ou ao lado da imagem, conforme a intenção da imagem. As letras podem ser feitas à mão, recortadas de jornais e revistas, com letras autocolantes ou decalcadas, com moldes de letras, etc. 

A cor das letras deve criar um grande contraste com a cor do fundo do cartaz. Os espaços entre as letras devem ser curtos e semelhantes, e o espaço entre palavras deve ser maior. Num bom cartaz, o espaço ocupado pelo texto é menor que o da imagem. Mas podemos projetar cartazes só com texto. Neste caso, o texto é estudado como um desenho. O texto torna-se assim na própria imagem do cartaz.

A imagem: as imagens devem ser grandes, sugestivas, ocupar mais espaço que o texto e contrastar com a cor base da cartolina. Há imagens desenhadas, pintadas ou obtidas por colagem de fotografias ou recortes de revistas. O importante é que “salte” do papel, e traduza bem a ideia que se quer transmitir.

A composição: É a distribuição dos vários elementos que vão constituir o cartaz na folha de papel (título, imagem e demais texto). Antes de começar fazer o cartaz, deve-se fazer a margem, dentro da qual se distribuem todos os elementos que vão constituir o cartaz. As linhas horizontais e verticais transmitem a ideia de estabilidade, enquanto que as linhas oblíquas ou curvas facilitam a ilusão de movimento. 

Um bom cartaz é aquele que transmite corretamente a mensagem pretendida. Um outro ponto importante a considerar, na elaboração do cartaz, é a criação de um ponto que desperte a atenção imediata de quem o vê (chamado centro óptico). O centro óptico situa-se um pouco acima do centro geométrico do retângulo.

A cor: As cores do cartaz devem ser escolhidas em função da mensagem que se quer transmitir. A cor das letras e da própria imagem é escolhida tendo em atenção a cor do fundo para proporcionar uma boa leitura. Geralmente, no fundo do cartaz utilizam-se cores frias, reservando as cores quentes para os pontos mais importantes, como a ilustração central e o título. 

Para se criar um efeito fortemente apelativo deve-se fazer a exploração dos contrastes. É preciso ter em atenção que demasiadas cores num cartaz, prejudicam a leitura da mensagem.

Fonte: http://www.youblisher.com/p/165605-Regras-para-fazer-um-Cartaz/

Dente do Siso

O primeiro sinal de mineração do siso aparece entre os 7 e os 11 anos. A coroa estará formada aos 14 anos, mas não é seguro retirá-la. É tecnicamente difícil porque, ainda sem a raiz, a coroa acaba rodando na gengiva.


A partir dos 16 anos, dois terços da raiz começam a se formar. O siso está mais firme e longe do nervo mandibular, que dá sensibilidade aos dentes inferiores e aos ossos do queixo. Assim, sua retirada é como um desencaixe com o uso de um pouco de força.


Até os 25 anos, a raiz está completa e pode abraçar o nervo, aumentando o risco de rompê-lo na extração. Com os ossos da face mais rígidos, o perigo de fratura também é grande. O processo de cicatrização é mais lento e pode durar até dois meses.

O melhor período para retirá-lo é entre os 15 e os 18 anos, antes de ele irromper. A recuperação de um adolescente é mais rápida que a de um adulto.

Se houver espaço suficiente para o dente se acomodar, é possível conviver com ele, mas assumindo o risco de encarar alguns dramas. Podem ocorrer infecções silenciosas capazes de afetar a gengiva, a raiz e os ossos da face.

No siso baqueado há um aumento da proteína C-reativa, que indica a presença de inflamação no organismo. 

Essa molécula é diretamente relacionada a panes cardiovasculares, principalmente infartos e derrames.

Principais aborrecimentos

Aperto na gengiva: Para não desalinhar a mordida, o aperto na gengiva passou a ser a justificativa mais comum para a sua extração. Ele vive também em constante movimentação angular.


Falta de espaço: Tende a empurrar os vizinhos e encavalar toda a dentição, acabando com o encaixe entre os dentes.


Má posição: Se estiver inclinado ou na horizontal, reabsorve a raiz do segundo molar, causando a degeneração.


Pericoronarite: É a inflamação do saco que reveste a coroa. Bactérias se proliferam no local, ameaçando a gengiva da região.

Cistos: Bolsas líquidas, capazes de ficar enormes, formam-se na membrana que envolve o siso, geralmente o inferior.

Tumores: mais raros, os ameloblastomas são fibrosos e, em 80% dos casos, aparecem na mandíbula. Causam até deformação facial.

Cirurgia de remoção

Utiliza-se a anestesia local, e um tranquilizante é bem-vindo. O pós-operatório é bastante dolorido, pois provoca inchaço e dificulta a alimentação. 

Serão três a quatro dias de molho, com alimentação pastosa e pronto. 

O importante é não descuidar da higiene da boca nesse período. 

Optar por uma escova ultramacia, usando também os antissépticos receitados pelo dentista.

A regra de ouro é acompanhar o crescimento dos dentes. 

Deve-se ter uma boa escovação, usar o fio dental, visitar o dentista de seis em seis meses.

Fonte: Revista Saúde é Vital. São Paulo: Editora Abril, 02/2013.

Como construir gráficos

Todo gráfico deve ter título e escala.

título deve ser escrito acima do gráfico.

No eixo das abscissas, a escala cresce da esquerda para a direita e é escrita embaixo do eixo.

No eixo das ordenadas, a escala cresce de baixo para cima e é escrita à esquerda do eixo.
Nos dois eixos devem estar identificadas as variáveis ali representadas.
As linhas auxiliares (grade) são opcionais, mas ajudam a leitura.

Os gráficos podem exibir, em rodapé, a fonte, isto é, a instituição, o pesquisador, ou o grupo de pesquisadores que forneceu o gráfico ou os dados que permitiram a construção do gráfico.

Gráfico de colunas
É usado para apresentar séries categóricas, cronológicas e geográficas.

Para fazer um gráfico de colunas, siga os seguintes passos:
Trace o sistema de eixos cartesianos.
Apresente a variável no eixo das abscissas as frequências ou frequências relativas e no eixo das ordenadas.

Para representar a variável, construa colunas com bases de mesma largura, mas alturas iguais às respectivas frequências ou frequências relativas.
Coloque título na figura.

Para facilitar a leitura, podem ser feitas linhas auxiliares (grades).
Os gráficos de colunas podem ser feitos em três dimensões, o que melhora o aspecto. Mas esses gráficos são, em geral, mais difíceis de compreender, principalmente se as colunas em comparação são muitas. Gráficos feitos em três dimensões (com perspectiva) são conhecidos como gráficos em 3D. 

Gráfico de barras
Apresenta séries categóricas, cronológicas e geográficas.

Para fazer um gráfico de barras, siga os seguintes passos:

Trace o sistema de eixos cartesianos.
Apresente a variável no eixo das ordenadas e as frequências ou frequências relativas no eixo das abscissas.

Para representar a variável construa barras com bases de mesma largura, mas comprimentos iguais às respectivas frequências ou frequências relativas.
Coloque título na figura.

Pictograma
É, basicamente, um gráfico de barras, só que as barras são substituídas por figuras que representam, cada uma, certo números de unidades.

Para fazer um pictograma, siga os seguintes passos:
Trace o sistema de eixos cartesianos.
Apresente a variável no eixo das ordenadas e as frequências ou frequências relativas no eixo das abscissas.

Para representar a variável, construa barras com bases de mesma largura, mas comprimentos iguais às respectivas frequências ou frequências relativas.
Substitua as barras por figuras relativas aos dados apresentados, de tal maneira que cada figura corresponda a certo número de unidades.
Faça uma legenda para indicar o número de unidades que cada figura representa.
Coloque título na figura.

Gráfico de pontos

É uma alternativa para o gráfico de colunas. Cada unidade é representada por um ponto. Então, nesse tipo de gráfico, o número de pontos corresponde à frequência ou frequência relativa de cada valor da variável.


Para fazer um gráfico de pontos, siga os seguintes passos:
Trace o sistema de eixos cartesianos.
Apresente a variável no eixo das abscissas e as frequências ou frequências relativas no eixo das ordenadas.
Para cada valor da variável, faça pontos em número igual à respectiva frequência ou a frequência relativa.
Coloque título na figura.

Importante:
Para apresentar séries estatísticas, você pode fazer gráficos de colunas, de barras, de pontos ou pictogramas. O gráfico de colunas é o mais conhecido, mas faça gráfico de barras, se as datas, os logradouros ou as categorias da variável têm nomes muitos longos. Gráfico de pontos, se as frequências forem baixas. Pictogramas, se a sua audiência não é da área técnica.

Diagrama de Pareto
É usado na gestão de qualidade para estabelecer a ordem em que as causas das perdas ou de outros tipos de fracasso devem ser sanadas.

Para desenhar o diagrama de Pareto:
Trace um eixo horizontal, divida esse eixo em tantas partes iguais quantas são as categorias que serão apresentadas.
Apresente as categorias no eixo das abscissas, por ordem decrescente de frequências ou frequências relativas.

Trace um eixo vertical e escreva nele as frequências ou frequências relativas.
Trace barras verticais com base no eixo horizontal e altura igual à frequência ou à frequência relativa da categoria.
Marque um ponto no alto de cada barra, depois, desenhe pontos com essa abscissa e ordenada igual à frequência acumulada ou à frequência relativa da categoria.
Complete a figura colocando o título.

O diagrama de Pareto apresenta fracassos e insucessos em ordem de frequência. Tem-se, então, a ordem em que devem ser sanados os erros, resolvidos os problemas, atendidas as reclamações, diminuindo o desperdício. Diz-se, por isso, que o diagrama de Pareto estabelece propriedades. Mas o diagrama de Pareto também pode ser usado para identificar causas de sucesso como, por exemplo, as causas do aumento de venda de um produto.

Finalmente, cabe explicar aqui a origem do nome do diagrama de Pareto. No final do século passado um economista italiano de nome Pareto estudou a distribuição de renda e verificou que poucas pessoas detinham a maior parte da renda, enquanto muitas pessoas tinham apenas pequena porção da renda. Muito tempo depois, já neste século, observou-se que a figura desenhada para mostrar que poucas causas levam à maioria das perdas, tinha aspecto similar ao da distribuição de renda de Pareto. Em homenagem ao economista que primeiro discutiu esse tipo de distribuição, a figura foi denominada de “diagrama de Pareto”.

Gráfico de setores
É usado para mostrar a importância relativa das proporções.

Para fazer um gráfico de setores, siga os passos:
Trace uma circunferência. A área do círculo representará o total, isto é, 100%.

Lembre-se de que uma circunferência tem 360º. Então, se aos 100% correspondem 360º, aos f% de uma dada categoria corresponderá um setor cujo ângulo x é dado por x = 360/100 f.
As outras frequências relativas corresponderão setores cujo ângulos são calculados de forma similar.

Marque os valores dos ângulos calculados na circunferência e trace raios separando os setores.
Faça um tracejado diferente em cada setor, para facilitar a distinção. Coloque título e legenda no gráfico.

Histograma
Apresenta graficamente dados organizados em uma tabela de distribuição de frequências.

Se os intervalos de classe são iguais, para desenhar um histograma siga os seguintes passos:

Trace um eixo horizontal e marque, nesse eixo, os intervalos de classe.

Trace um eixo vertical para apresentar as frequências.
Desenhe retângulos com bases iguais aos intervalos de classe e alturas iguais as respectivas frequências.
Se quiser, feche a figura.
Coloque título legenda.

Fonte: MARTINS, Gilberto de Andrade & DONAIRE, Denis. Princípios de Estatística. São Paulo: Editora Atlas, 2000.