segunda-feira, 25 de abril de 2016

Gripe A (H1N1)


Existem três tipos de influenza (A, B, C), subdivididos de acordo com as proteínas que ficam em sua superfície.


H1 ( a letra faz referência à hemaglutinina, proteína responsável pela adesão do vírus às células do hospedeiro). Existem, por sua vez, 15 variantes dela.

N1 (diz respeito à neuraminidase, enzima que permite ao vírus lançar seu material genético para dentro da célula). No caso, são 9 variedades.

Contágio

Um espirro é capaz de contaminar alguém a uma distância de 3 a 5 metros, o que, em média, equivale ao comprimento de um carro.

Uma única tosse libera cerca de 20 mil vírus no ar.

Se uma pessoa da sua casa estiver gripada, sua chance de pegar a doença irá girar em torno de 20%.

Transmissão

O vírus penetra o organismo por meio de gotículas que chegam ao nariz, à boca e até os olhos.

Utiliza a proteína para se grudar a uma célula.

Depois a enzima garante ao vírus invadir no interior da célula, jogando lá dentro seu material genético.

O influenza usa a estrutura da própria célula para se reproduzir.

Depois suas cópias saem para infectar outras células saudáveis.

O vírus tem certa predileção pela traqueia, no pescoço.

Depois de um tempo, podem cair na corrente sanguínea e se instalar nos músculos e articulações (mas em menor quantidade).

Reação do corpo

Logo que o sistema imunológico reconhece o vírus, envia anticorpos para bloquear a entrada dele nas células.

Como o corpo ainda não identifica as proteínas da parte externa do vírus, o organismo não tem anticorpos eficientes para barrá-lo.

Nesse meio-tempo, células de defesa liberam substâncias inflamatórias para avisar o organismo que algo está errado.


O corpo eleva a temperatura para tentar matar mais vírus (ocasionando a febre).

Entre os anticorpos, estão os chamados natural killers que tem como função assassinar células que estão dominadas pelo influenza.

Um míssil contra o vírus (anticorpo monoclonal)

Em laboratório, cientistas estimulam células humanas a produzirem uma substância que, dentro do organismo, funcionará como um anticorpo específico contra o vírus da gripe.

Ela é injetada no corpo e, feito um míssil atrás do alvo, bloqueia uma das proteínas que asseguram a entrada do influenza na célula.

anticorpo monoclonal surtiria efeito por cerca de um mês.

Sintomas

Tosse (serve para faxinar o vírus).

Congestão nasal (quando as vias superiores são atingidas, o organismo produz muco para barrar mais ataques).

Febre (a temperatura do corpo se eleva para favorecer a atuação dos anticorpos e dasarticular a infecção).

Fadiga e dores no corpo ( a presença do vírus e substâncias inflamatórias na circulação acarreta um mal-estar que vai dos pés à cabeça).

Como é feita a vacina

Amostras do vírus são injetadas em ovos de galinha que contêm um embrião vivo em pleno desenvolvimento. Os ovos são incubados para se multiplicar. O imunizante comum combina três tipos de micro-organismo, cultivados separadamente, um de cada vez.

O líquido que envolve o embrião serve de matéria-prima para a vacina. Depois de extraí-lo, fragmenta-se e inativa-se o vírus que está ali. Só então o imunizante fica pronto para ser distribuído.

Cada ovo rende material para aproximadamente uma única dose.

Prevenção

O vírus sobrevive por 1 hora em superfície plana (como barra de um vagão de metrô ou corrimão de escada).

Usar máscara (válido por 2 horas).

Evitar aglomerações e ambientes fechados.


Só tomar analgésicos, anti-inflamatórios e antitérmicos sob prescrição do médico.

Os antivirais só funcionam até 48 horas após a infecção. Porém, os sintomas às vezes demoram mais do que isso para aparecerem. Daí, nem adianta apostar na droga.

Considerações finais

O vírus da gripe comum ou sazonal (típico das estações mais frias) troca de roupa várias vezes, por isso a vacina precisa ser renovada anualmente.

A vacina é recomendada a crianças, idosos, indivíduos de risco (como portadores de câncer ou HIV).

Esta vacina não serve para a gripe A (H1N1).

Pandemia significa que a infecção já se alastrou por mais de um continente.

O vírus usa células de diversos hospedeiros para se multiplicar e se arranjar com seus familiares, originando estirpes mais terríveis.

A automedicação torna o vírus mais resistente.

Fonte: Revista Saúde. 06/2009.



segunda-feira, 4 de abril de 2016

Zika vírus (Cartazes - 1º Bimestre - 2016)

O vírus Zika é transmitido por meio da picada do mosquito Aedes aegypti, que se prolifera nos locais onde se acumula água. A principal ação de combate ao mosquito é evitar sua reprodução.


Escola Estadual Bairro Fazenda Grande
EJA - 3º Termo


Escola Estadual
Doutor Antenor Soares Gandra
1º F, 2º F, G, H




sábado, 27 de fevereiro de 2016

Zika vírus

Causador de uma doença conhecida como febre Zika, o Zika vírus é uma espécie de vírus pertencente à família Flaviviridae e ao gênero Flavivirus.  O Zika vírus é da mesma família dos vírus que provocam a dengue e a febre amarela, tendo sido identificado pela primeira vez no Brasil recentemente, no estado da Bahia, provavelmente trazido por turistas que frequentaram a Copa do Mundo no país, em 2014.  

O Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue e da febre chikungunya, é também um dos principais meios de transmissão do Zika vírus.  

Descoberto em 1947 por cientistas quando faziam uma pesquisa com macacos rhesus das florestas da Uganda, na África. O contágio em humanos ocorreu somente em 1968 na Nigéria. Foi, no entanto, em 2007, que os primeiros casos de febre Zika foram identificados fora da África e da Ásia, sendo que, no Brasil, o vírus chegou provavelmente da América Central.  

Transmissão  
A transmissão é, portanto, vetorial, através da picada de mosquitos pertencentes ao gênero Aedes
Pelo líquido amniótico
Pelo leite materno

Por transfusões de sangue.  
Pode também ser transmitido sexualmente entre seres humanos.  
O tempo entre a picada e os primeiros sintomas dura, em média, 10 dias, sendo de extrema importância procurar por ajuda diante dos primeiros sintomas. 

Sintomas 
Os sinais são bastante parecidos com os da dengue, no entanto, mais brandos. Geralmente, os primeiros sintomas são de uma leve dor na cabeça (principalmente atrás dos olhos), acompanhada de febre, entre 37,8 ºC e 38,5 ºC, manchas vermelhas (parecidas com sarampo) e dor nas costas.  Passados 2 ou 3 dias, a febre desaparece, assim como as erupções cutâneas. 

Outros sintomas: 
Dores nas articulações (principalmente mãos e pés).  
Pálpebras e secreção amarelas.  

Conjuntivite.  
Hipersensibilidade nos olhos.  
Cansaço físico e mental. 
Em sua fase mais grave, pode causar paralisia nas pernas. 
Os sintomas da febre Zika podem durar de 4 a 7 dias. 


Diagnóstico 
Diante dos primeiros sinais é altamente indicado procurar por um médico. O diagnóstico da condição é basicamente clínico e por meio de sorologia, através da identificação de anticorpos. 

Tratamento 
O tratamento da febre Zika tem se baseado somente na amenização dos sintomas, sendo que os incômodos deixam de existir espontaneamente na grande maioria das vezes em até, no máximo, uma semana do contato com o vírus. Medicamentos anti-inflamatórios e analgésicos costumam ser receitados.  

Diante dos primeiros sintomas, é imprescindível buscar por ajuda médica e não realizar automedicação, pois o uso incorreto de certos fármacos pode piorar a condição e até mesmo colocar a vida em risco. Uso de paracetamol contra febre e dor, conforme orientação médica. São proibidos os usos de ácido acetilsalicílico e medicamentos antiinflamatórios para evitar o risco de hemorragias, como ocorre com a dengue. 

Prevenção 
Evitando deixar água parada em locais que possam ser propícios para a multiplicação dos mosquitos como latas, copos plásticos, pneus, vasos de plantas, garrafas ou caixa d’água, por exemplo. Lixos devem ficar bem tampados. Usar repelente. Instalar redes de proteção nas portas e janelas da residência. Diante dos primeiros sintomas não deixe de procurar ajuda médica.  

Microcefalia e o Zika Vírus 
Uma análise inicial dos estudos mostra que o risco principal está durante os 3 primeiros meses de gestação. 

Bibliografia 
http://www.saudemedicina.com/zika-virus/
http://www.saudemedicina.com/zika-virus-e-microcefalia/ http://www.bolsademulher.com/saude/zika-virus-o-que-e-sintomas-tratamento-e-transmissao

domingo, 16 de agosto de 2015

Trabalhos do 3º Bimestre

Maquete
Célula

Folder
Reino Animalia e Prevenção Contra o Câncer



Cartazes
Reino Animalia


Prevenção Contra o Câncer

Maquetes
Poluição da Água


Desmatamento

Desmatamento e Queimada
(Uma metade do globo representa o desmatamento e a outra metade a queimada).


Portfólio
(Trabalhos da Escola Estadual Paulo Mendes Silva)

domingo, 9 de agosto de 2015

Classificação do Reino Animalia

Forma de nutrição: 
todos os animais são heterótrofos, ou seja, diferentemente das plantas, não produzem seu próprio alimento. Eles dependem de outros seres vivos para a obtenção dos seus nutrientes.

Características estruturais: 
todos os animais são pluricelulares, possuindo diversos tipos de células especializadas na execução de determinadas funções. Suas células são eucarióticas e desprovidas de parede celular.

Movimento: 
a maioria dos animais possui mobilidade de certas partes do organismo ou do corpo inteiro. Essa movimentação ocorre devido à contração das células musculares.

Reprodução: 
normalmente formam descendentes por meio da reprodução sexuada.
Atualmente, mais de um milhão de espécies animais já foram descritas e classificadas. Essa classificação torna possível o agrupamento dos animais de acordo com as características comuns que apresentam. 

Dessa forma, o Reino Animalia é dividido nos seguintes filos.

Poríferos
Características principais: aquáticos, fixos ao fundo e imóveis. Embora pluricelulares, não formam tecidos. Corpo esponjoso.
Exemplos: esponjas.

Cnidários
Características principais: aquáticos e com células urticantes (cnidoblastos). Não formam órgãos complexos.
Exemplos: hidras, caravelas, corais, águas-vivas, anêmonas.

Platelmintos
Características principais: vermes de corpo achatado. Vida livre ou parasitas.

Exemplos: planárias, esquistossomos, tênias.

Nematelmintos
Características principais: vermes de corpo liso e cilíndrico. Vida livre ou parasitas.
Exemplos: lombrigas, ancilóstomos, oxiúros.

Anelídeos
Características principais: vermes de corpo anelado. Vida livre em solos úmidos ou aquáticos. Poucos parasitas.
Exemplos: minhocas, sanguessugas, nereis.

Artrópodes
Características principais: corpo segmentado e apêndices articulados (patas, antenas).
Exemplos: abelhas, aranhas, lagostas, lacraias.

Moluscos
Características principais: corpo mole e viscoso e em geral dentro de uma concha calcária.
Exemplos: caracóis, ostras, mariscos, polvos, lulas.

Equinodermas
Características principais: exclusivamente marinhos. Corpo com espinhos.
Exemplos: estrelas-do-mar, ouriços-do-mar, pepinos-do-mar.

Cordados
Características principais: presença de notocorda (eixo de sustentação) em algum estágio de vida. Nos vertebrados a notocorda é substituída pela coluna vertebral.
Exemplos: anfioxos, peixes, sapos, lagartos, pássaros, macacos, seres humanos.
Fonte: ADOLFO & CROZETA & LAGO. Biologia, Ensino Médio, Volume Único. São Paulo: Editora IBEP, 2005.