quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Poluição da Água

É a introdução de partículas estranhas ao ambiente natural, bem como induzir condições em um determinado curso ou corpo de água, direta ou indiretamente, sendo por isso potencialmente nocivos à fauna, flora, bem como populações humanas vizinhas a tal local ou que utilizem essa água.

Considera-se que esta é a maior causadora de mortes e doenças pelo todo o mundo e que seja responsável pela morte de cerca de 14000 pessoas diariamente.

Fenômenos naturais, como erupções vulcânicas, algas marinhas, tempestades e terremotos são causa de uma alteração da qualidade da água disponível e em sua condição no ecossistema.

Poluição localizada
É onde a fonte de poluição origina-se de um ponto específico, como por exemplo, uma vala ou um cano.
Exemplos de tal forma são o despejo de impurezas, por parte de uma estação de tratamentos residuais, por parte de uma empresa ou então por meio de um bueiro.

Poluição não localizada
É uma forma de contaminação difusa que não possui origem numa única fonte. É geralmente o resultado de acumulação do agente poluidor em uma área ampla. A água da chuva recolhida de áreas industriais e urbanas, estradas bem como sua consequente utilização é geralmente categorizada como poluição não localizada.

Principais contaminantes da água
Elementos que contenham CO2 em excesso (como fumaça industrial, por exemplo).
Contaminação térmica.
Substâncias tóxicas.

Agentes tensoativos.

Compostos orgânicos biodegradáveis (papel, madeira, restos de comida).

Agentes patogênicos.

Partículas sólidas.

Nutrientes em excessos – eutrofização (esgoto, fertilizantes agrícolas e efluentes industriais).

Substâncias radioativas.

Fonte: www.infoescola.com/ecologia/poluicao-da-agua/

terça-feira, 4 de agosto de 2015

Crescimento Populacional e Produção de Lixo

O crescimento da população humana nos últimos dois séculos, aliado a mudanças em nossos hábitos de vida, por exemplo, o aumento da concentração de pessoas nas cidades, desencadeou profundas mudanças na natureza.

Reconhecer os efeitos de nossa espécie ao meio ambiente é um primeiro passo para que possamos nos conscientizar da importância de cuidarmos do meio ambiente e de desenvolvermos atitudes mais responsáveis diante da natureza.

Produção de lixo
Um dos principais problemas ambientais da atualidade é a grande produção de lixo, pois esse processo tem como consequência a liberação de gases que promovem o efeito estufa e a poluição das águas subterrâneas e superficiais. Esse fenômeno é uma das consequências do aumento populacional nas cidades, da intensificação do modelo consumista, do uso de produtos descartáveis, além do modismo, pois existe uma “necessidade” de se adquirir objetos mais modernos.

O lixo é também um problema socioeconômico, visto que grandes quantias de dinheiro são destinadas à coleta e tratamento do lixo urbano. No aspecto social, vários indivíduos são afetados pela concentração de lixo nas cidades, que causam proliferação de insetos, transmissão de doenças, poluição visual, entupimento de bueiros, entre outros.

As origens do lixo urbano são as mais distintas, e ele é classificado em:
Domiciliar: alimentos, papéis, plásticos, vidros, papelão, produtos deteriorados, etc.

Industrial: cinzas, lodos, metais, cerâmicas, madeira, borracha, resíduos alcalinos, etc.

Hospitalar: embalagens, seringas, agulhas, curativos, gazes, ataduras, peças atômicas.

Lixo tecnológico: computadores, pilhas e aparelhos eletrônicos em geral.

A coleta do lixo deve ocorrer de acordo com a sua classificação, pois os tratamentos finais desses resíduos são diferentes. 

O lixo hospitalar, por exemplo, tem que ser incinerado, queimado em forno de microondas ou tratado em autoclave. Porém, não é o que acontece na maioria das cidades.

A falta de estrutura e empenho dos políticos em solucionar o problema do lixo tem como consequências a existência de lixões a céu aberto em várias cidades. 

O destino adequado para o lixo urbano é o aterro sanitário, construído em áreas adequadas, com profissionais qualificados e estrutura para o tratamento dos gases e do chorume. 

Outra alternativa é a incineração dos resíduos, no entanto, esse método é muito caro, sendo inviável em muitos casos.

O mais importante, porém, é a conscientização da população, e isso pode ser promovido através da utilização da Política dos 3 R’s: Reduzir, Reutilizar e Reciclar. 

A coleta seletiva é uma das alternativas mais eficientes para reduzir o lixo, além de ser uma forma de contribuir para os catadores de materiais recicláveis. Portanto, através de simples atitudes e mudanças de comportamento todos os habitantes podem colaborar para reduzir a produção de lixo.

Fonte: Caderno do Professor: Biologia, Ensino Médio, 1ª Série, Volume 1. São Paulo: SEE, 2014.
Fonte: http://www.brasilescola.com/geografia/lixo-urbano.htm

sábado, 11 de julho de 2015

Pum, Peido, Gases ou Flatulência

Tudo o que comemos ou bebemos nos dá gases. De fato, é normal liberar em forma de pum quase uma garrafa pet inteira (1,9 litros) de gás a cada dia.

A flatulência perfumada, no entanto, vêm de colônias de bactérias localizadas dentro do nosso trato intestinal. No processo de converter os alimentos em nutrientes úteis, estes micróbios “mastigadores” produzem um subproduto fedorento de gás sulfídrico, o mesmo cheiro que emana de ovos podres.

Assim como o resto de nós, as bactérias preferem comer alimentos açucarados. 

Os tipos de açúcar naturalmente presentes no leite, nas frutas – e claro, no feijão – produzem a maioria de peidos.

Um pouco da história do pum
A flatulência tem gerado piadas, folclore, etiqueta, e até mesmo tem sido proibida por lei, mas pouco estudo tem sido feito sobre ela. Hipócrates (460-377 AC) considerou ter muito gás uma doença, e recomendava liberá-los. A medicina moderna concorda com ele, notando que a retenção de gás é um dos principais fatores da doença diverticular. O que é um alívio, já que uma pessoa em média solta gases cerca de 13 vezes por dia.

Entre os que se dedicaram a escrever com humor sobre o assunto, temos Geoffrey Chaucer, Benjamin Franklin e Mark Twain. Aristófanes incluiu piadas sobre o assunto em sua peça “As Nuvens”.

Os romanos tinham uma lei que proibia soltar gases em locais públicos, que foi suspensa durante o reinado de Claudius, o mais flatulento dos imperadores. E já houve até quem morresse por causa de um “pum”: Pu Sao, um polinésio de Tikopia, ficou tão envergonhado de ter peidado na frente do chefe que cometeu suicídio empalando-se em uma palmeira.

Em Chagga, na Tanzânia, a punição para soltar gases é menos severa, mas vai dar pano para manga com as feministas. Se um marido peidar, sua esposa tem que fingir que foi ela, e se submeter à censura. Se não cumprir sua obrigação de esposa, tem que pagar três barris de cerveja.

A origem do gás que dá ao flato seu poder já foi assunto de muita discussão. 
Plínio, O Velho (23 – 79 DC) achava que a alface impedia a flatulência, mas alho, alho-poró e cebola as causavam. 
Já Demócritus (460 – 370 AC) proibia comidas com nabos, acreditando que eles causavam flatulência.

Hoje sabemos que 99% do gás intestinal é composto de nitrogênio, oxigênio, dióxido de carbono, hidrogênio e metano, mas todos os gases, exceto oxigênio e nitrogênio, resultam de processos do próprio intestino. O curioso é que nenhum destes gases tem cheiro: o odor do peido é resultado de traços de outros gases produzidos por bactérias intestinais.

E, para quem já viu ou participou do estranho “ritual” macho de incendiar flatos, é o metano o responsável pela chama azul – as enormes chamas amarelas que aparecem em filmes de Hollywood é efeito especial. Mas apenas um terço da população consegue gerar níveis de metano que o tornam combustível.

Em uma nota séria, um intestino cheio de gás pode ser fatal, pelo menos para um paciente que estava passando por uma cauterização de um pólipo. Uma fagulha causou a explosão de seu intestino, arrancando o colonoscópio e rasgando um buraco de 15 cm no intestino grosso do paciente.

Tragédias à parte, em seu livro Robert Provine também conta as proezas do francês Joseph Pujol, que tinha a curiosa capacidade de sugar ar com o reto e depois liberá-lo com força suficiente para apagar uma vela a 30 centímetros de distância. Em um ato apresentado por ele, Pujol imitava os peidos de diversas pessoas – uma garotinha, uma sogra, uma noiva antes da noite de núpcias (fraco) e depois dela (forte), roupas sendo rasgadas, um disparo de canhão e uma trovoada.

Ele também era capaz de fumar um cigarro e tocar flautas com o reto. Além de tudo isso, Pujol conseguia imitar sons de animais, como um galo, um filhotinho de cachorro, um cachorro que teve sua cauda presa na porta, uma coruja, pato, abelhas, gatos, rãs, porcos, e instrumentos musicais como o violino, baixo e trombone. Sua performance mais aplaudida era tocar “A Marselhesa”.

Esta última performance levou o cientista a cogitar se não seria possível usar o reto como um instrumento da fala – afinal de contas, faltaria apenas um aparelho fonador, já que o resto está lá: um fole para o ar, e pregas para criar vibração. Esperamos ardentemente que ninguém tente isso.


Fonte: CALZAVARA, Bruno. hypescience.com/10-coisas-estranhas-que-nos-humanos-fazemos-todos-os-dias/
Fonte: GROSSMANN, Cesar. hypescience.com/soltar-gases-uma-arte-e-uma-ciencia/

sexta-feira, 10 de julho de 2015

Compostos estranhos que nosso corpo produz

Essa nojeira saudável que nosso organismo produz, protege o organismo contra invasores e elimina impurezas.

Meleca de nariz
A meleca de nariz e o catarro não passam de uma mistura de proteínas e água com restos celulares.

A meleca e o catarro são produzidos por glândulas da mucosa do nariz. Mas a "caca" fica dura porque é ressecada pelo ar que entra quando respiramos. Cada meleca dentro do nosso nariz serve como uma espécie de tela de proteção. Nelas ficam grudadas partículas de poluição e poeira que podem causar alergias, principalmente se você vive em uma cidade grande e poluída.

Catarro
Tem a mesma função da meleca, mas, em vez de sair pelo nariz, ele é impulsionado por pequenos pelos das vias aéreas (os chamados cílios) em direção à boca, para ser cuspido ou engolido. Quando há uma inflamação causada por vírus ou bactéria, a produção de catarro aumenta para eliminar os invasores que entraram ou tentam entrar no organismo. Por causa do ambiente úmido e quente, adorado pelas bactérias, esse catarro "contaminado" pode infeccionar e mudar de coloração, ganhando aquele nojento tom esverdeado.

Cera da orelha
A cera da orelha, além de proteínas e água, possui ainda algumas enzimas, que matam microorganismos invasores.
Se você é viciado em cotonetes, precisa se controlar. "Cera não é sujeira. Quem já tem pouca e ainda fica tirando, possui mais chance de ter infecções", diz o otorrinolaringologista Ricardo Bento, da USP. O ideal é limpar só o que fica aparente na orelha, pois a cera, produzida por glândulas no canal da orelha interna, tem enzimas poderosas para atacar microorganismos invasores.

Remela
Apesar de todo mundo ter remelas, elas não são tão inofensivas assim.
Ela aparece por causa da irritação da conjuntiva, membrana que cobre a parte interna das pálpebras. A conjuntiva produz mais muco que o normal e ele se acumula no canto interno dos olhos provocando infecções como a conjuntivite. Se a remela é branca, a causa da irritação é simples: pode ser a poluição, o ar condicionado ou a água da piscina, por exemplo. Mas um tom bem amarelado pode indicar a presença de bactérias, que se multiplicam quando os olhos estão fechados, beneficiadas por uma espécie de "efeito estufa".

Xixi
O xixi, que parece uma coisa simples, na verdade é mais complexo. O de uma pessoa saudável tem água, eletrólitos (sódio, potássio, cálcio, fósforo, magnésio), produtos metabolizados de hormônios e enzimas (como ureia e ácido úrico), além do excesso de tudo que foi consumido. É produzido nos rins, onde existem centenas de milhares de unidades filtradoras, os néfrons. Algumas substâncias são filtradas e voltam para a circulação, mas o "lixo orgânico" sai pela urina. Então, se você já ouviu um papo estranho de que beber xixi faz bem para a saúde, desconfie. "A urinoterapia não passa de um charlatanismo dos mais grosseiros", afirma o nefrologista (especialista em rins) Agostinho Tavares, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

A urina é que dá fim aos excessos do organismo, mantendo volume, pressão e o pH neutro do sangue. É por isso que, quando você ingere muito líquido, a urina sai mais diluída, mais transparente. Já o primeiro xixi da manhã normalmente vem concentrado, bem amarelo e com cheiro forte, porque, além de você não beber nada durante a noite, ainda perde líquidos pela respiração e pela pele.

Cocô
O cocô, por sua vez, não faz mal a ninguém - exceto, é claro, para os nossos narizes! Obra das bactérias do intestino grosso, ele se forma no final do processo digestivo, quando os nutrientes da comida já foram absorvidos pelo organismo. Depois de ficar armazenadas no reto, esperando o sinal para sair, as fezes eliminam água, bactérias mortas, proteínas e restos de alimentos não absorvidos.

O que comemos demora até oito horas para ser digerido e o que não foi aproveitado leva mais um tempão para ser eliminado em forma de fezes - de 12 a 24 horas. O cheiro do cocô fica por conta de cada um, pois depende da flora bacteriana do cólon. Apesar de desagradável, esse odor já tem utilidade: foi criado na Inglaterra um aparelho que identifica o tipo de infecção de alguém com diarreia a partir do cheiro do cocô.

Fonte: MOIÓLI, Julia. Revista Mundo Estranho, Edição 27.

terça-feira, 23 de junho de 2015

Projeto - Sequência de Fibonacci

Depois do estudo de inúmeras sequências, progressões aritméticas (PA) e progressões geométricas (PG), foi elaborado um painel sobre a importância da sequência de Fibonacci, o matemático conhecido também como Leonardo de Pisa e suas aplicações ligadas à natureza, arquitetura, corpo humano, etc.

Perfeito Número Ouro

O projeto foi elaborado pela Profª Érica com os alunos do 1º C (Manhã) na Escola Estadual Profª Albertina Fortarel.